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Engajamento e retenção: tudo o que você precisa saber para contar com os melhores talentos

O engajamento e a retenção estão interligados e contribuem para o sucesso de uma organização. Saiba como potencializar as estratégias de RH para aumentar esses indicadores
Tempo de leitura: 14 min
engajamento e retenção

Você já teve a sensação de estar “enxugando gelo” no RH? Celebrar o fechamento de uma vaga difícil com o candidato ideal, apenas para ver um talento estratégico da empresa pedir demissão semanas depois, é uma das maiores frustrações da gestão de pessoas atual. É exatamente por isso que o engajamento e a retenção de talentos se tornou um dos indicadores de sucesso mais críticos de um RH estratégico.

Isso porque, além de custar caro para o caixa da empresa, o alto índice de turnover drena a energia da equipe e enfraquece a cultura organizacional.

Além disso, embora caminhem juntos, eles representam momentos diferentes da jornada do colaborador. O engajamento é o que faz o profissional “vestir a camisa”, propor inovações e entregar seu melhor esforço. Já a retenção é a consequência direta de uma empresa que entende o perfil comportamental de sua equipe, oferece segurança psicológica e constrói uma proposta de valor que gera valor.

Se você está cansado de apenas apagar incêndios e conduzir entrevistas de desligamento, este artigo é para você. A seguir, confira tudo o que você precisa saber para alavancar os resultados da sua empresa. Boa leitura!

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O que é engajamento e retenção ?

Engajamento é o comportamento diário e conexão com a marca, enquanto a retenção é o resultado dessa ação a longo prazo.

Explicando separadamente:

Engajamento não é sinônimo de felicidade no trabalho. Um colaborador pode estar muito feliz jogando pingue-pongue na sala de descanso, mas isso não significa que ele está produzindo, por exemplo.

Dessa forma, o engajamento é o comprometimento emocional que o profissional tem com a empresa e com os objetivos do negócio. Um colaborador engajado:

  • Entrega esforço: faz mais do que o “mínimo necessário” porque se importa com a qualidade da entrega;
  • Vive a cultura: se alinha aos valores da empresa e entende como o seu trabalho diário impacta o propósito maior da organização;
  • É um promotor da marca: defende a empresa dentro e fora do ambiente de trabalho (o famoso Employee Advocacy).

Por outro lado, a retenção é uma métrica de permanência. Ela se refere à capacidade da empresa de manter seus colaboradores na folha de pagamento por um longo período.

Na prática, a retenção é a blindagem do seu quadro de funcionários. Uma boa taxa de retenção significa que você está conseguindo frear o turnover (rotatividade) e manter o capital intelectual (o conhecimento) dentro de casa.

Portanto, é a união desses dois conceitos que ajuda a empresa a diminuir taxas de turnover e manter equipes que se importam e trabalham unidas em prol de bons resultados para a organização. Entretanto, conseguir isso não é uma tarefa simples, e é por isso que as empresas investem em estratégias de engajamento e retenção.

Porém, com um mercado de trabalho tão dinâmico, engana-se quem pensa que um colaborador engajado trabalha apenas pela remuneração. Existem muitos outros fatores capazes de motivar — ou desmotivar — um profissional na carreira.

Qual a importância do engajamento de colaboradores?

A animação e a motivação pura não é o que faz a diferença no sucesso ou não de um negócio. Quando falamos de engajamento estamos falando de comprometimento e motivação em torno de um propósito, e a construção desse sentimento é o que mantém uma empresa competitiva e forte.

Investir e tomar medidas para o engajamento dos colaboradores é de extrema importância para que a empresa ultrapasse seus obstáculos e atinja seus objetivos. 

O engajamento de colaboradores gera alguns benefícios como:

  • Comprometimento e responsabilização frente às funções de cada profissional;
  • Faz com que os profissionais se sintam acolhidos e também protagonistas;
  • Constrói uma sensação de valorização, mostrando que a sua função é importante.

Assim, quando o engajamento é incentivado, a permanência das pessoas na empresa ocorre naturalmente. Ou seja, engajamento e retenção estão interligados e contribuem para o sucesso de uma organização

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O que fazer para engajar colaboradores?

Engajar pessoas é um desafio para qualquer RH, não se sinta só. Afinal, existem pessoas de perfis diferentes, que se motivam e engajam por vários motivos. 

No entanto, o RH pode contar com estratégias para motivar e despertar o comprometimento entre os colaboradores

Confira dicas para promover o engajamento na empresa. 

1- Cultura organizacional forte e clara

Empresas com missão, visão e valores organizacionais bem definidos são bem-vistas pelo mercado e também pelas pessoas.

Atualmente, por exemplo, vivemos a era da Personalização da Experiência. O que engaja um jovem Gen Z é diferente do que retém um profissional sênior. Dessa forma é importante entender as particularidades das pessoas na sua empresa.

Esses pilares representam os objetivos do negócio e simbolizam a cultura organizacional

No entanto, a cultura precisa acontecer na prática. E os valores devem nortear o cotidiano, em todos os níveis hierárquicos. 

Nesse sentido, a valorização profissional é o melhor caminho para promover engajamento

Profissionais que trabalharam em ambientes tóxicos, enfrentaram gestores despreparados e vivenciaram relações de trabalho abusivas sabem que esse cenário é péssimo para engajar pessoas. 

Desse modo, a missão do RH é fazer a cultura organizacional funcionar no dia a dia e alinhando valores, missão e visão às expectativas do colaborador. 

2- Reconhecimento e valorização

De acordo com o Panorama Gestão de Pessoas:

“Dentre os principais fatores que impulsionam a dedicação dos profissionais brasileiros, o reconhecimento pelo trabalho aparece em primeiro lugar tanto na visão dos colaboradores quanto na percepção das lideranças sobre o que motiva suas equipes”.

Existem empresas que concedem gratificações ou bonificações como valorização profissional. Trata-se de medidas positivas, mas há outras maneiras de fazer isso.

A cultura do feedback é um exemplo. Falar abertamente sobre o desempenho do funcionário é uma estratégia que dá resultados.

Feedbacks são importantes nos momentos de erros ou acertos, pois mostram que a empresa valoriza e reconhece o esforço do colaborador. 

Desse modo, é preciso eliminar antigas crenças, por exemplo, a injusta máxima “não fez mais do que sua obrigação”. Essa atitude é péssima e desmotivante. 

3- Flexibilidade, autonomia e liberdade

Hoje, os gestores perceberam que dar liberdade e autonomia aos colaboradores também é uma forma de engajá-los. Diferentemente do microgerenciamento.

Nesse sentido, o comprometimento com a empresa aumenta e a medida é benéfica para ambos. 

Em contrapartida, organizações que não adotam a flexibilização podem ter dificuldade para reter seus funcionários. 

Muitos preferem trabalhar em empresas que permitam liberdade de horários e autonomia para gerenciar as demandas. 

💡 Como engajar os colaboradores em home office? Descubra aqui!

4- Clareza nos objetivos da organização

Para que os funcionários estejam engajados, eles precisam ter clareza sobre seu papel na empresa e sobre os objetivos do negócio

Para isso, é fundamental saber o que deve ser feito, o porquê e onde chegar. É necessário ter propósito. Do contrário, sem saber para onde ir e como fazer, fica difícil permanecer se dedicando a uma causa. 

5- Expectativa de crescimento profissional

Engajar colaboradores fica mais fácil quando eles vislumbram crescimento profissional. Logo, ter um plano de carreira sólido e um plano de cargos e salário são fatores de engajamento

Além de incentivos tradicionais, como promoções e bônus por produtividade, as capacitações e treinamentos para aprimorar habilidades também são bem-vindas. 

Na perspectiva do colaborador, a gestão investe no capital humano. E essa atitude retorna em comprometimento com a empresa. 

6- Adoção de ferramentas inovadoras e tecnologia

A tecnologia proporciona otimização do tempo e torna as rotinas mais produtivas. Ela também ajuda a conectar e comunicar. Desse modo, não é uma concorrente do RH, mas uma aliada. 

O uso de ferramentas e aplicativos para a gestão de pessoas e para o colaborador torna os processos mais ágeis e facilita a vida tanto da empresa, quanto do profissional. 

Trata-se de um investimento que oferece como retorno o engajamento, já que:

  • Aproxima os dois públicos: empresa e colaborador;
  • Melhora a comunicação;
  • Ajuda a mensurar as percepções dos colaboradores;
  • Facilita o acompanhamento do desenvolvimento;
  • Melhora a integração da equipe;

Como reter talentos?

Para reter talentos, você deve trabalhar o engajamento com base em uma comunicação clara, benefícios e remuneração competitivos, clima organizacional e oportunidades de reconhecimento.

Até porque, , empresas que apostam no crescimento na carreira conseguem engajar e reter colaboradores com mais facilidade. 

Confira ações importantes que impactam na retenção de talentos:

1- Ofereça plano de carreira 

Principalmente os profissionais da nova geração desejam se sentir realizados no trabalho, com um objetivo, planejamento e uma linha de chegada, com dificuldades do percurso identificadas.

Por isso, implementar um plano de carreira pode ser uma ótima estratégia para a retenção de talentos

Nesse sentido, a gestão de pessoas deve mapear as atribuições de cada cargo e as qualificações necessárias às funções.

Assim, o colaborador consegue avaliar possibilidades de crescimento que atendam seus objetivos. 

2- Ofereça qualificação profissional

A qualificação profissional ajuda o colaborador se sentir valorizado e caminhando para o aperfeiçoamento. Esse cenário é essencial para a criação do engajamento e também para a retenção de talentos.

Nesse cenário, oferecer cursos e treinamentos é uma ação estratégica pois está ligada diretamente a valorização e ao desenvolvimento do profissional, o que também impactam na melhoria dos serviços e produtos oferecidos pela empresa. 

Através da preocupação com a educação é possível garantir mais motivação no dia a dia do trabalho, além de uma alta  produtividade com mais qualidade e resultado.

3- Promova um clima organizacional saudável

Bem-estar e qualidade de vida no trabalho são importantes para evitar riscos psicossociais, mas também para reter pessoas. Nesse cenário, empresas que proporcionam um ambiente saudável e cooperativo costumam diminuir índices de rotatividade de profissionais. 

Desse modo, um bom clima organizacional deve contemplar um ambiente onde o colaborador se sinta seguro para ele ser ele mesmo, poder compartilhar suas ideias, se sentir valorizados e contar com metas justas, por exemplo

Ainda, o RH deve estar atento para eliminar hábitos prejudiciais, como bullying, fofocas e conflitos mesquinhos. 

4- Estabeleça canais de comunicação 

É imprescindível comunicar os colaboradores sobre as decisões, com clareza e objetividade. Em muitas empresas, as reclamações sobre a forma como as informações chegam até eles é problemática e atrapalha a rotina e consequentemente o engajamento.

Por isso, a comunicação interna deve fluir com transparência. 

Sendo assim, converse sobre estratégias da empresa, tendências de mercado, perfil dos clientes e desafios impostos pela concorrência. Ao mesmo tempo, ofereça a oportunidade dos colaboradores se comunicarem com a empresa. 

Os profissionais precisam de espaço para darem sugestões e opiniões. Ser ouvido denota que a empresa tem consideração sobre a opinião de quem faz a roda girar. 

5- Ofereça feedbacks contínuos

Uma maneira de contribuir com o crescimento profissional é dar feedbacks. Isso significa transmitir ao colaborador impressões sobre seu trabalho, sua postura e desempenho na empresa. 

Desse modo, é possível orientar o funcionário sobre atitudes positivas ou pontos fracos. Feedbacks são uma ferramenta para reconhecer, valorizar e motivar o profissional. 

Lembre-se que críticas construtivas são eficientes e ajudam no desenvolvimento de pessoas. 

💡Saiba mais: 15 dicas para diminuir a saída de funcionários da sua empresa

6- Conheça os perfis comportamentais

Conhecer o perfil comportamental do colaborador ajuda a compreender em qual função ele terá maior produtividade e como ele lida com diferentes situações do cotidiano.

Com o respeito e a valorização das suas particularidades, o profissional se torna mais engajado e satisfeito em trabalhar na empresa. Por isso, é importante interagir com as equipes, dialogar e entender o potencial e as dificuldades de cada um. 

Graças à tecnologia, a gestão de pessoas pode contar com ferramentas para mapear o perfil comportamental e tornar a tomada de decisões muito mais acertada. 

Com soluções modernas, como o Profiler da Sólides, é possível gerenciar talentos de forma estratégica e com maior precisão

Como resultado, a organização terá aumento de produtividade, o colaborador terá realização profissional e estará mais engajado.

Qual o impacto das ações de engajamento no clima organizacional?

Quando o RH implementa ações de engajamento bem estruturadas, o impacto no clima é quase imediato e transforma completamente a dinâmica do escritório (ou do ambiente virtual). Em vez de um ambiente pesado e focado em apagar incêndios, a empresa passa a operar em um estado de colaboração.

Veja os principais impactos práticos que essas ações geram no clima da empresa:

  • Aumento do eNPS (Employee Net Promoter Score): um clima organizacional positivo, regado a alto engajamento, transforma os colaboradores nos maiores embaixadores da sua marca. Isso eleva as notas das pesquisas internas de clima e fortalece o seu Employer Branding para atrair novos talentos. 
  • Construção de Segurança Psicológica: ações de engajamento que incentivam a escuta ativa e o feedback contínuo (como reuniões de 1:1) criam um clima de confiança. O colaborador perde o medo de errar, para de esconder problemas e passa a focar em soluções.
  • Redução de Ruídos e Rádio Peão: o desengajamento é o principal combustível para fofocas e insatisfações nos corredores. Quando você engaja as equipes com comunicação transparente e metas claras, o clima fica melhor. A energia que antes era gasta em reclamações passa a ser direcionada para a produtividade.
  • Match com o Perfil Comportamental: aqui está um ponto central! Ações de engajamento eficientes respeitam a individualidade. Quando o RH usa dados para entender que um colaborador “Comunicador” precisa de interações diferentes de um “Analista”, o clima melhora instantaneamente, pois as pessoas se sentem verdadeiramente compreendidas e valorizadas na sua essência.

Pirâmide de Maslow para a categorização de engajamento na empresa

Os níveis de engajamento estão descritos na Pirâmide de Maslow, uma teoria que ordena as necessidades humanas e as classifica de acordo com o nível de importância de cada uma delas.

A seguir, vamos entender melhor cada um dos níveis. Se quiser, antes dê o play no vídeo e conheça mais sobre a teoria.

Nível 5: desengajado

Trata-se de pessoas que trabalham apenas para sobreviver. Nesse sentido, elas vão para a empresa porque precisam do salário, não gostam da função que desempenham e não sentem apreço pelo que fazem.

Pode ter certeza que na primeira oportunidade, eles vão deixar a sua empresa para uma oportunidade melhor.

Nível 4: não engajado

Aqui, temos os desmotivados, que trabalham pela segurança, sem gostar do que fazem. Geralmente, as condições do emprego são desfavoráveis e eles não simpatizam com a chefia ou a empresa.

Por essas razões, costumam adoecer. Ademais, estão sempre em busca de oportunidades em outros locais. Mais cedo ou mais tarde vão sair, seja por demissão ou por que encontrou um outro lugar.

Nível 3: quase engajado

São profissionais com sensação de pertencimento e consciência de que fazem parte da organização. 

Mas estão sempre oscilando entre animados e desanimados com o trabalho. Quando estão empolgados, são capazes até de sentir orgulho do que fazem. 

Nível 2: engajado

Nessa condição, o profissional não pensa em deixar a empresa e pedirá desligamento apenas quando encontrar algo muito mais vantajoso. 

Tratam-se de colaboradores que se sentem satisfeitos com o que realizam. Contudo, essas pessoas podem sofrer de ansiedade e estresse, pois acumulam mais tarefas do que deveriam. 

Nível 1: altamente engajados

Há estimativas de que menos de 5% dos profissionais atingem esse nível de engajamento. O perfil dos colaboradores altamente engajados demonstra que eles adoram trabalhar onde trabalham.

Costumam inspirar outras pessoas, fazem o que for possível e da melhor forma, são colaborativos e encontram propósito no que realizam. 

Quais os benefícios de ter colaboradores engajados?

Profissionais engajados são mais produtivos, colaboram com uma taxa de turnover menor e alcançam resutados maiores para a organização. Além disso, uma cultura de engajamento colabora com a comunicação interna e com as relações no trabalho.

Sabemos que pessoas engajadas ajudam a desenvolver empresas. Chegou o momento de conhecer os benefícios que o engajamento oferece ao RH e às organizações. Confira!

Aumenta a produtividade

Equipes produtivas recebem mais trabalho, utilizam menos tempo para realizá-lo e não deixam cair a qualidade das entregas. Contudo, esses resultados somente acontecem quando os colaboradores estão engajados no que fazem

Do contrário, se desconhecem responsabilidades por falta de clareza e orientação, o envolvimento com o trabalho cai. 

Portanto, para garantir a produtividade, use estratégias para aumentar o comprometimento de todos. Desse modo, cada colaborador conseguirá o máximo proveito de tempo e esforço.

Fortalece a colaboração

Quando trabalham juntas, de forma colaborativa, as pessoas compartilham conquistas e desafios. 

O engajamento pressupõe cooperação, mesmo em tempos de home office e trabalho híbrido.

Colaboradores mais atuantes

Estar engajado em uma causa significa que há confiança entre os agentes de uma ação

É nesse ambiente que surgem boas ideias, solução para problemas e empatia para enfrentar crises e dificuldades. 

Retém colaboradores

O processo de integração e adaptação de novos colaboradores, conhecido como onboarding, torna-se pouco eficaz se o profissional se desliga da empresa em pouco tempo. 

Além dos custos envolvidos, o onboarding mal-executado toma tempo e frustra expectativas

Nesse sentido, as empresas devem engajar seus funcionários desde o momento em que ingressam no cargo. 

Gera envolvimento entre os times

Colaboradores envolvidos com seu trabalho têm chances maiores de assumir novas tarefas

Dessa forma, investir em ações de engajamento tornam os profissionais competitivos de maneira saudável, pois eles desejam se destacar na empresa. 

Qualifica a comunicação interna

Comunicar-se é fundamental em um ambiente de trabalho. A falta de diálogo e apresentação clara de ideias e ações causam problemas e conflitos

Desse modo, profissionais engajados se comunicam melhor, são bons emissores de mensagem e excelentes receptores. 

Eleva a cultura da empresa a outro patamar

Com uma cultura organizacional forte e bem estruturada, o envolvimento dos colaboradores é maior, pois todos trabalham com o sentimento de propósito. 

Quer saber como? Acesse o guia gratuito abaixo!

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Espaço para ideias e soluções mais criativas 

Engajamento gera inovação. A relação entre esses termos fica clara quando membros do mesmo time trabalham colaborativamente. 

Sabemos que criatividade e inovação são fatores determinantes para a sobrevivência de empresas no mercado. 

Nesse sentido, além de espaço para serem criativas, as pessoas precisam de estímulo ao pensamento crítico e, óbvio, engajamento. 

Qualidade no atendimento ao cliente, produtos e serviços

Sem clientes, não há faturamento, correto? O padrão de qualidade dos produtos, do atendimento e suporte ao consumidor são peças-chave para bons resultados.

Mas para alcançar esse patamar as organizações precisam contar com recursos humanos engajados e participativos

A colaboração de todos em prol do negócio reflete nas entregas, no relacionamento com o público externo, no employer branding e nos lucros. 

Como medir o engajamento e a retenção de colaboradores?

A medição desses dois índices são essenciais para entender como está a gestão de pessoas da sua empresa e também detectar alguns problemas e melhorias. 

Entretanto, são índices distintos que demandam medidas e pesquisas diferentes. Lembrando que a análise deve ser feita em conjunto já que são ações complementares. 

O engajamento dos colaboradores são ações mais subjetivas e difíceis de serem monitoradas. Nesse sentido, demandam-se pesquisas e estudos também mais subjetivos e qualitativos.

Assim, para medir aqueles cinco níveis de engajamento podem ser realizadas as seguintes ações:

No caso da retenção de talentos a medição é mais objetiva e os números podem indicar muitas coisas. 

Objetivamente, existem várias formas e ferramentas para o cálculo de turnover e o monitoramento de entradas e saídas na empresa (demissão, contratação e mobilidade de cargos). 

Mas é importante lembrar que os números não falam por si, e eles devem ser estudados juntos com outros índices, como as medidas de engajamento.

Ferramentas para promover o engajamento e a retenção de colaboradores

Atualmente existem inúmeras ferramentas e planilhas de RH que podem ser utilizadas pelo setor para a gestão de pessoas. 

Confira algumas ferramentas ligadas ao engajamento e retenção dos colaboradores para que você avalie quais se encaixam melhor na demanda da sua empresa.

Pesquisa de clima

A pesquisa de clima é uma ferramenta de recolhimento de dados sobre as impressões, opiniões e sensações do colaborador em relação ao ambiente de trabalho. 

Ela pode ser feita em forma de questionário a partir de perguntas estratégicas e não óbvias (sem induzir respostas) que fornecerão ao setor de RH um feedback sobre o clima organizacional da empresa.

Dessa forma, essa pesquisa trará muitas informações sobre as relações entre os colaboradores, motivação, conflitos, etc. Assim, respostas relacionadas ao engajamento e a retenção de talentos vão ser coletadas.

Pesquisa pulse

Além da pesquisa de clima, a Pesquisa pulse também ajuda muito no acompanhamento do engajamento dos funcionários e a explicar possíveis dúvidas nos índices de retenção de talentos. 

A Pesquisa Pulse é uma ferramenta de medição da satisfação, a partir de poucas perguntas voltadas para um assunto ou situação específica da empresa. 

Ela acontece de maneira frequente, de 15 em 15 dias ou 1 vez por semana.

Essa pesquisa direciona mais a avaliação do setor de RH para a compreensão das opiniões e sentimentos dos colaboradores em relação a um problema, projeto ou situação específica. 

A soma dessas pesquisas podem demonstrar as sensações comuns e as demandas do ambiente de trabalho frente às necessidades da empresa.

Engenharia de cargos

Para a contratação de colaboradores que cumpram a demanda técnica da empresa, tenham um match com a cultura organizacional, e apresentem softskills em harmonia com o time; é necessário que se construa a engenharia de cargos.

A engenharia de cargos, nada mais é do que um desenho detalhado das vagas disponíveis da empresa. Um processo de organizar, recolocar, oferecer, descrever e identificar demandas e critérios para cada vaga ou necessidade da empresa. 

A implantação desse projeto faz com que a seleção e a contratação de novos talentos aconteça de maneira coerente com a vaga e com o clima e a cultura organizacional da empresa.

Essa ação se agrega ao engajamento do time e aumenta a chance do contratado permanecer na empresa, satisfeito.

Análise demissional

A análise demissional faz parte diretamente do controle de retenção de talentos de uma empresa. É uma ferramenta utilizada para aprofundamento na demissão de colaboradores. 

Em outras palavras seriam ações, a serem registradas, que acompanham a entrevista de desligamento do colaborador até a sua saída, monitorando também questões burocráticas de legislação.

Esta ferramenta pode se apresentar em forma de pesquisa, que deve ser realizada nesse processo de desligamento, com o intuito de absorver um último feedback do colaborador. 

Faz-se um questionário, a ser respondido de forma voluntária, sem pressão, com perguntas que devem tocar o emocional do trabalhador para que a troca seja sincera e com respostas construtivas para a instituição.

Controle de benefícios

Promover benefícios corporativos para os profissionais do seu negócio é muito importante para a garantia do engajamento e para a retenção desse público. Porém, deve haver uma gestão desses benefícios.

Os benefícios podem ser desde planos de saúde, auxílio home office e reconhecimentos, até plano de carreira, cursos, viagens para congressos, entre outros. 

Com tantas opções, é preciso organizar, entender as metas relacionadas, registrar quem está fazendo o uso deles e os resultados. Esta ferramenta ajuda na gestão, para que os benefícios sejam eficientes e não vazios.

Fortalecimento da cultura organizacional

O colaborador deve estar alinhado e engajado perante os valores e objetivos da empresa, ou seja, sua cultura organizacional. 

E, para isso, é necessário que a cultura da empresa seja constantemente reforçada, publicada e fortalecida para os colaboradores.

Existem ferramentas que fortalecem a cultura organizacional através de ações, endomarketing e comunicação sobre os valores, metas e objetivos para todos os colaboradores, alimentando o engajamento e a harmonia.

Aplicativo para o colaborador

Um aplicativo de celular pode ser uma ferramenta muito importante para o engajamento do colaborador e para a retenção de talentos. Isso porque o aplicativo centraliza informações, processos e dinâmicas para o profissional. 

Ou seja, em uma plataforma o funcionário tem seu trabalho otimizado, uma comunicação mais eficiente, além de muitas outras ações proporcionadas pela empresa, o que inclui: pesquisas, questionários, benefícios, atividades de endomarketing, games, etc.

Nesse sentido, a gestão dos colaboradores fica mais próxima e eficiente, além do aplicativo também ajudar na sua função e atividades de engajamento constantes. Tudo em uma única plataforma.

Como a tecnologia pode ajudar o RH a melhorar o engajamento e a retenção de talentos?

A tecnologia pode impulsionar o engajamento e a retenção de talentos no RH por meio de várias ferramentas e estratégias, desde a automação de processos até a análise de dados e personalização de experiências.

Nesse sentido, a plataforma completa da Sólides oferece todas as funcionalidades que você precisa para reter profissionais de alta performance e torná-los mais comprometidos com o negócio. 

A Sólides oferece:

  • Mapeamento e análise de perfil comportamental;
  • Pesquisas de clima;
  • Processos de recrutamento e seleção;
  • Avaliação de desempenho;
  • Análise demissional;
  • E muito mais!

Nossa plataforma apoia os profissionais de Recursos Humanos e Departamento Pessoal na construção de uma cultura empresarial sólida, com foco em engajamento e retenção. 

E mais: com o SuperApp da Sólides, é possível proporcionar uma experiência extraordinária de engajamento e comunicação com seus colaboradores.

O App Sólides facilita o processo de integração e potencializa a comunicação e o engajamento desde o momento da admissão. Marque um papo com um dos nossos especialista e saiba como a Sólides pode revolucionar o seu RH!

Foto de Sabrina Camilo
Sabrina Camilo
Analista Comportamental na Sólides e graduada em Administração pela UNA, é facilitadora da Formação Profiler. Com experiência em gestão comportamental e Sales Enablement, atua conectando a análise de perfis à estratégia de negócios para potencializar a liderança, o desenvolvimento humano e a gestão estratégica de pessoas.

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