Atualmente, a gestão de benefícios deixou de ser só um pacote padrão e virou uma peça estratégica para atrair, engajar e reter talentos, especialmente em times mais diversos, com rotinas híbridas e expectativas diferentes sobre qualidade de vida.
Em 2026, esse cenário ganha ainda mais camadas. Pois, de um lado, cresce a busca por benefícios flexíveis e personalizados, com mais tecnologia apoiando a experiência do colaborador.
Do outro, mudanças regulatórias mexem com o “básico” de muita empresa: as novas regras do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) entraram em vigor em 2026 e trazem impacto direto em VA/VR, como teto para taxas e redução do prazo de repasse.
Para conhecer a gestão de benefícios e suas vantagens, continue acompanhando este conteúdo!
O que é gestão de benefícios?
A gestão de benefícios são as ações que a empresa toma para administrar as vantagens que ela oferece aos colaboradores. Ou seja, formas de compensar o colaborador por sua dedicação à empresa e que não estejam relacionadas ao salário.
Entende-se que o salário é uma obrigação legal da empresa, assim como determinados benefícios obrigatórios, como vale-transporte, 13º ou licenças maternidade e paternidade.
Contudo, a oferta de benefícios corporativos extras é algo a mais. São exemplos: plano de saúde médico e odontológico, academia, vale-alimentação e vale-refeição.
Em uma pesquisa feita pelo Serasa Experian, por exemplo, é possível perceber como eles são importantes, já que para 46,4% das pessoas eles são decisivos para aceitar ou desistir de uma vaga.
Eles ficam a frente até mesmo do equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e a estabilidade e existência de um plano de carreira. Por isso, eles despertam alto interesse de novos talentos na empresa e aproximam quem já trabalha nela.
Por isso uma boa gestão de benefícios é fundamental para o sucesso do negócio. Ela passa pela escolha dos profissionais adequados do RH para manejar os benefícios, e vai até o alcance das metas que a empresa estabeleceu.
Na prática, o RH estabelece, conforme os perfis de funcionários e as possibilidades da empresa, a distribuição dos benefícios. Para isso, o ideal é ter uma política de benefícios que ofereça direcionamento para a obtenção de equilíbrio nessa distribuição.
A realização de uma boa gestão abre possibilidades para que cada colaborador consiga administrar seus benefícios. Sempre conforme as regras ditadas pela empresa.
Entretanto, quando há problemas de gerenciamento, a empresa pode ter problemas financeiros e encontrar desmotivação dos seus profissionais.
O que são os cartões de benefícios?
Os cartões de benefícios (também chamados de cartão multibenefícios ou cartão de benefícios corporativos) são uma forma prática de a empresa oferecer benefícios aos colaboradores por meio de um cartão (físico e/ou virtual) com valores carregados periodicamente.
Dessa forma, em vez de reembolsos, vales em papel ou vários fornecedores diferentes, o cartão centraliza o benefício e facilita tanto a vida do colaborador quanto a rotina do RH.
Na prática, funciona assim: a empresa define quais categorias fará sentido disponibilizar (por exemplo, alimentação e refeição, mobilidade/transporte, cultura, saúde, educação, home office, entre outras), define a política (quem recebe, quanto e quando), e faz a recarga.
O colaborador usa o saldo conforme as regras do benefício e os estabelecimentos aceitos.
Quais as vantagens da gestão de benefícios nas empresas?
Como foi falado neste artigo, ter um plano de benefícios é uma estratégia que pode ser usada para estimular os colaboradores e conseguir melhores resultados, levando a benefícios mútuos.
Além disso, ao oferecê-lo, a empresa fica melhor vista no mercado, destacando sua imagem de forma positiva. Além desses, as principais vantagens de implementar um programa de benefícios são:
- oferecer mais qualidade de vida aos colaboradores, que se sentem mais valorizados pessoal e profissionalmente. Assim, a empresa mostra que o bem-estar deles é prioridade;
- atrair e reter bons talentos, já que os benefícios corporativos são muito visados no mercado e podem levar a uma relação de confiança e satisfação do colaborador em relação à empresa, aumentando sua vontade de estar nela e produzir mais;
- aumentar o engajamento, devido à motivação extra que os benefícios para funcionários oferecem, promovendo atitudes mais positivas, estimulando a comunicação da equipe e a entrega no trabalho;
- redução do absenteísmo, dada a vontade de trabalhar e produzir, provocada pela valorização dos colaboradores na empresa. Dessa forma, ela aumenta sua produção e economiza com possíveis gastos advindos de faltas e atrasos.
Qual o papel do RH na gestão de benefícios?
O papel do RH na gestão de benefícios é totalmente estratégico, uma vez que os profissionais deste setor participam desde a pesquisa de custos de benefícios até a implementação do projeto.
Antes dela, eles auxiliam pesquisando e indicando os benefícios mais adequados para seus colaboradores. Isso é importante porque cada grupo de trabalhadores pode ter um interesse maior em determinado benefício.
Com base nisso, serão definidos todos os benefícios, e a contratação e administração desses pacotes será feita pelo RH. O setor também acompanhará os impactos na rotina e na qualidade de vida dos funcionários.
Em seguida, o RH estabelece as políticas relacionadas aos benefícios e à sua distribuição, para que tudo seja feito da forma correta.
É possível, por exemplo, ofertar aos gerentes e supervisores um tipo de benefício ou mesmo adiantamento de benefícios, e aos auxiliares benefícios diferentes.
Se isso não é feito conforme o que foi pré-estabelecido, os colaboradores podem ficar insatisfeitos e isso afetará sua produtividade.
Quais os tipos de benefícios oferecidos pelas empresas?
Há diversos tipos de benefícios que uma empresa pode oferecer. Ela pode escolher apenas um ou um grupo dele, conforme fizer mais sentido dentro de sua realidade.
Mas todos esses benefícios podem se encaixar em categorias específicas, conforme o que eles oferecem, as quais a gestão de benefícios precisa conhecer. A seguir, confira as principais delas!
Benefícios obrigatórios ou tradicionais
Os benefícios obrigatórios, por serem obrigatórios, não são necessariamente colocados como “benefícios”. No entanto, como o nome diz, são benefícios que a empresa deve oferecer porque a lei prevê sua obrigatoriedade. Isso significa que, ao oferecê-los, ela está cumprindo seu dever legal e evitando ações trabalhistas decorrentes de sua falta.
Esses benefícios obrigatórios incluem:
- Férias remuneradas + 1/3 adicional: todo colaborador tem direito às férias anuais e ao adicional de pelo menos um terço sobre a remuneração.
- 13º salário: a gratificação natalina é um direito garantido e paga pelo empregador.
- Descanso semanal remunerado (DSR) e feriados: o repouso semanal pago faz parte do pacote mínimo de direitos.
- FGTS: a empresa deve depositar mensalmente o percentual previsto em lei na conta vinculada do trabalhador.
- Contribuição ao INSS (Previdência): além do desconto do empregado quando aplicável, a empresa também recolhe a parte patronal conforme a legislação previdenciária.
- Vale-transporte (quando o colaborador solicita e utiliza): o empregador antecipa o VT para o deslocamento casa–trabalho–casa, e a participação do trabalhador pode ser limitada a 6% do salário básico (o restante fica a cargo da empresa). Se a empresa oferece transporte próprio/contratado adequado, pode ficar dispensada do VT.
- Licenças legais: como licença-maternidade (120 dias) e licença-paternidade (prazo definido em lei), sem prejuízo do emprego e do salário.
- Adicionais quando se aplicam: por exemplo, hora extra com adicional mínimo e adicionais de insalubridade/periculosidade quando houver exposição/condições previstas.
Benefícios flexíveis
Os benefícios flexíveis são aqueles que podem ser personalizados. Por exemplo, a empresa pode oferecer benefício exclusivo a determinado setor ou a trabalhadores de um determinado cargo.
Eles são interessantes porque conseguem atender às necessidades de cada pessoa e demonstram interesse da empresa na qualidade de vida de seus colaboradores.
Dessa forma, é possível que ela ofereça esses benefícios de incentivo, para que seus funcionários produzam mais.
Benefícios de bem-estar
Este tipo de benefício tem como foco a saúde física e mental dos colaboradores. É comum que muitas empresas o ofereçam para que seus colaboradores possam administrar melhor suas emoções, evitando estresse e burnout.
Agora que você conheceu as categorias em que os benefícios podem se encaixar, saiba quais são os principais deles!
Auxílio-creche
O auxílio-creche é um benefício oferecido por algumas empresas para ajudar os colaboradores com os custos de educação infantil de seus filhos.
Geralmente, é destinado a crianças de até 5 anos e pode ser concedido como reembolso das despesas ou por meio de convênios com creches e escolas.
A política preparada pela gestão de benefícios pode impor regras para seu acesso. Algumas são tempo mínimo de serviço na organização, faixa etária das crianças e a necessidade de comprovação dos gastos.
Auxílio home office
Esse benefício visa cobrir despesas geradas pelo trabalho remoto, como consumo de energia elétrica, internet, equipamentos e manutenção do espaço de trabalho.
O pagamento do auxílio home office pode ser feito via reembolso, crédito na folha de pagamento ou por meio de uma verba mensal fixa. Cada empresa pode definir os critérios e os itens elegíveis para reembolso.
Auxílio-educação
Algumas empresas oferecem convênios com instituições de ensino, permitindo aos colaboradores acesso a cursos livres, escolas de idiomas e universidades com descontos.
Em alguns casos, a empresa cobre parte da mensalidade, enquanto o colaborador arca com o restante. O benefício de auxílio-educação visa incentivar o desenvolvimento profissional dos funcionários.
Descontos em produtos ou serviços da empresa
Empresas podem oferecer descontos em seus próprios produtos ou serviços para colaboradores, promovendo acesso a benefícios exclusivos.
Algumas disponibilizam plataformas ou aplicativos internos onde os descontos podem ser acessados e aplicados diretamente nas compras.
Academia
Muitas empresas firmam parcerias com academias para oferecer planos com valores reduzidos ou subsídios aos colaboradores. O benefício pode cobrir parte ou a totalidade da mensalidade, incentivando um estilo de vida saudável.
Lazer
Benefícios de lazer podem incluir convênios com clubes, teatros, cinemas e parques, proporcionando opções de entretenimento para os colaboradores e seus familiares.
Algumas empresas também organizam eventos internos para estimular a interação e o bem-estar da equipe.
Plano de saúde
O plano de saúde pode ser oferecido em duas modalidades: cobertura completa, onde a empresa arca com todos os custos, ou coparticipativo, onde o colaborador paga uma parte dos atendimentos utilizados.
A gestão de benefícios também pode permitir a inclusão de dependentes, como filhos e cônjuges, mediante um acréscimo na mensalidade.
Plano odontológico
Similar ao plano de saúde, o plano odontológico pode ser integralmente custeado pela empresa ou funcionar no modelo de coparticipação. Ele cobre procedimentos como consultas, limpezas, restaurações e, em alguns casos, tratamentos ortodônticos.
Vale-alimentação
O vale-alimentação é um benefício concedido para a compra de alimentos em supermercados, hortifrúti e estabelecimentos cadastrados. Ele auxilia o trabalhador na aquisição de produtos para consumo doméstico.
Vale-refeição
Diferente do vale-alimentação, o vale-refeição é destinado para a compra de refeições prontas em restaurantes, padarias e lanchonetes. Ele é útil especialmente para colaboradores que realizam suas refeições fora de casa durante o expediente.
Vale-combustível
O vale-combustível auxilia os colaboradores que utilizam veículo próprio para deslocamento ao trabalho, cobrindo parte dos custos com gasolina, etanol ou diesel. Algumas empresas concedem esse benefício em forma de crédito em cartões de abastecimento.
Seguro de vida
O seguro de vida oferecido pela empresa pode cobrir diferentes situações, como invalidez, morte natural ou acidental, e assistência funeral.
O valor do benefício e as coberturas variam conforme o plano contratado pela empresa, podendo incluir assistência para a família do colaborador.
Vale ressaltar que, além desses, a empresa pode oferecer benefícios diferenciados, que façam sentido considerando sua realidade e a de seus funcionários.
Quais são as melhores práticas em gestão de benefícios?
Como ficou claro, a gestão de benefícios deve seguir regras, para que seja eficiente, especialmente quando a empresa possui um grupo de benefícios. Algumas das regras que o RH pode optar por seguir são:
Mapeamento de custos
Ainda que todo benefício traga uma vantagem para a empresa, ele demanda gastos. Portanto, é preciso garantir que a sua implementação esteja dentro do orçamento.
Neste caso, é preciso considerar também os gastos necessários para cancelar os benefícios, já que podem não ser do agrado dos funcionários.
O orçamento também deve conter as metas da empresa (por exemplo, aumentar a produtividade dos colaboradores) e em quanto tempo é esperado que elas se concretizem.
Avaliação do perfil profissional dos colaboradores
Antes dos próximos passos, é fundamental entender quem são os colaboradores e o que eles esperam da empresa. Isso serve para escolher os benefícios certos e não ter gasto desnecessário com aqueles que não serão utilizados.
Para isso, a empresa deve colher informações de seus funcionários como sua idade, o que gostam de fazer e se têm filhos. Se houver grande divergência entre eles e o que valorizam, os benefícios flexíveis são uma opção que pode agradar a todos.
Elaboração de política de benefícios
Ao longo do texto foi falado sobre a importância de seguir regras na implementação dos benefícios. Elas devem ser criadas pelo setor de Recursos Humanos, estabelecendo como funcionará a aquisição de um benefício.
Detalhes que não podem faltar são o período de carência e conquistas que um colaborador deve ter para acessar um benefício. Além disso, é muito importante que o texto com as regras esteja claro e que todos possam acessá-lo.
Isso porque a margem para dúvidas pode gerar a sensação de injustiça entre os trabalhadores, que poderão se indispor com a empresa.
Redobrar a atenção na hora dos pagamentos
Os benefícios são uma aquisição da instituição e, consequentemente, devem ser pagos. Como na prática pode haver muitos benefícios disponíveis, cada profissional optando pelo uso de um diferente, os cálculos podem se tornar confusos.
E, vale relembrar que falhas no pagamento são motivos de desânimo por parte daqueles que não conseguem utilizar os benefícios.
Fazer o controle com ferramentas adequadas
Para manter tudo sob controle, o ideal é selecionar um software ou ferramenta de RH que garanta uma boa gestão de benefícios. Elas possibilitam que o colaborador visualize seu benefício e saiba quando ele está disponível.
Além disso, elas facilitam a manutenção dos benefícios pelo RH e automatizam processos manuais. Ao utilizar o cartão de benefícios da Sólides, por exemplo, é possível concentrar todos os benefícios em apenas um lugar.
Isso facilita a gestão pela empresa, a distribuição de verbas e o acompanhamento do uso dos benefícios.
Também ajuda na gestão financeira, favorecendo o controle de gastos e o cancelamento, quando o cartão não for mais necessário. Inclusive porque o cartão da Sólides não tem fidelidade, podendo ser cancelado sem dificuldades.
Como medir se o pacote de benefícios está funcionando?
Muitas empresas acabam caindo na falha de colocar uma grande lista de benefícios, mas muito não geram valor para o colaborador e isso não gera valor para a percepção do colaborador.
1- Aderência
Um benefício pode ser ótimo no papel, mas não funcionar na prática por motivos simples: rede de aceitação limitada, regras confusas, pouca comunicação ou falta de conexão com a realidade do time (presencial, híbrido ou remoto).
Acompanhar a aderência do benefício, ajuda o RH a ganhar clareza na evolução do uso ao longo dos meses. Se a adesão é baixa, você não precisa correr para “criar mais benefícios”; normalmente é mais eficiente ajustar o que já existe, melhorando comunicação, simplificando regras ou revisando o fornecedor.
2- Valor percebido
Duas empresas podem investir praticamente o mesmo valor e obter resultados diferentes porque uma explica melhor o pacote, desenha políticas mais claras e entrega uma experiência mais fluida para o colaborador.
Uma boa prática aqui é realizar uma pesquisa curta e recorrente (por exemplo, a cada trimestre ou semestre) focada só em benefícios. O objetivo não é fazer um questionário longo, e sim entender: o que mais é valorizado, o que é pouco útil e onde a experiência não está tão legal.
Muitas vezes, o problema não está no benefício em si, mas na forma como ele chega para o colaborador e esse tipo de diagnóstico evita desperdício.
3- Pesquisa de desligamento
Benefícios raramente são o único motivo que mantém alguém na empresa. No entanto, influenciam muito quando o colaborador compara propostas e avalia a qualidade de vida.
Por isso, faz sentido acompanhar tendências de rotatividade (especialmente pedidos de demissão) e cruzar com os feedbacks que aparecem nas conversas de rotina e nos desligamentos.
Quando benefícios começam a aparecer como argumento recorrente (“o pacote não acompanha o mercado”, “não atende minha realidade”, “é confuso de usar”), isso vira sinal de ajuste.
E ajuste não significa, necessariamente, gastar mais. Na verdade, na maioria das vezes , reorganizar categorias, permitir mais flexibilidade ou comunicar melhor já será o suficiente.
4- Atração
No recrutamento, benefícios podem ser o detalhe que decide a última etapa. Se a empresa está perdendo candidatos no fim do processo, vale olhar com carinho para o que eles citam como motivo: “benefícios”, “compensação” ou “falta de flexibilidade” costumam aparecer de forma explícita.
Além disso, observar o tempo para fechar vagas e a taxa de aceite de propostas ajuda o RH a identificar se o pacote está competitivo para determinados perfis.
E aqui também entra um ponto importante: não é só “ter benefícios”, é conseguir apresentar isso com clareza, muitas empresas têm um pacote bom, mas mal explicado no processo seletivo
Como os benefícios flexíveis ajudam na gestão de benefícios?
Benefícios flexíveis são aqueles que a empresa consegue personalizar, oferecendo a cada colaborador o que melhor atender às suas necessidades individuais.
Essa variedade pode estar relacionada à alimentação, saúde, bem-estar, cultura, mobilidade e outras opções.
Este tipo de benefício oferece mais flexibilidade na gestão de benefícios porque a empresa consegue manejá-lo para atender às expectativas de seus talentos, bem como se atualizar em relação à dinâmica do mercado.
Além disso, a flexibilidade facilita o controle de custos, já que a empresa pode definir um orçamento fixo e dar autonomia para que os colaboradores selecionem os melhores benefícios para si, otimizando os investimentos.
Como fazer uma gestão estratégica de benefícios?
Uma gestão de benefícios eficiente agrega valor à empresa e aos funcionários. Para alcançá-la, é necessário adotar estratégias que podem ajudar a evitar falhas. Confira quais são elas!
Entender as demandas dos colaboradores
Antes de definir quais planos e benefícios oferecer, a empresa deve conhecer as reais necessidades de seus funcionários.
Pesquisas internas e análises de perfil ajudam a entender o que é mais valorizado pelos colaboradores, evitando gastos desnecessários com benefícios pouco utilizados.
Esse alinhamento permite uma gestão mais eficiente e econômica, garantindo que o investimento traga retorno tanto para a empresa quanto para sua equipe.
Benefícios como estratégia de atração e retenção
Oferecer um pacote de benefícios atrativo pode ser um diferencial competitivo no recrutamento e na retenção de talentos.
Candidatos buscam empresas que valorizam o bem-estar dos funcionários, e benefícios bem estruturados podem ser decisivos na escolha por uma vaga.
Além disso, benefícios voltados para o acolhimento de novos colaboradores, como planos de saúde, vale-alimentação e programas de bem-estar, ajudam na adaptação e fortalecem o vínculo com a empresa desde o início.
Monitoramento de riscos e retorno sobre o investimento
Uma gestão estratégica de benefícios exige acompanhamento contínuo para garantir que os investimentos feitos estão gerando resultados positivos.
Por isso, é importante monitorar indicadores como aumento da produtividade, engajamento dos colaboradores e impacto na imagem da empresa no mercado.
Se os benefícios não estiverem cumprindo seu papel, a estratégia deve ser ajustada para evitar desperdícios e melhorar o aproveitamento dos recursos.
Acompanhamento das tendências do mercado
O mercado de trabalho está em constante mudança, e os benefícios oferecidos pelas empresas devem acompanhar essas transformações.
Dessa forma, monitorar tendências, novas regulamentações e práticas adotadas por concorrentes permite que a empresa implemente benefícios alinhados ao seu momento atual e às expectativas dos colaboradores.
Como a gestão estratégica de benefícios pode reter e engajar talentos?
Como os benefícios são muito importantes para os trabalhadores, a empresa pode utilizá-los como incentivo ao trabalho.
Portanto, ao acessá-los, um trabalhador pode sentir que tem mais qualidade de vida, o que impulsiona sua vontade de se engajar em suas atividades. Assim, ele começa a melhorar seu desempenho e, a empresa, seus resultados.
Para abranger cada colaborador e suas necessidades, existem pacotes competitivos, flexíveis e completos de benefícios.
É preciso ressaltar a importância de manter os funcionários satisfeitos: toda empresa é feita de pessoas, são elas que as movem. O ideal é que a mão de obra em um negócio seja altamente capacitada e, para atraí-la e retê-la, a empresa pode usar os benefícios.
Ao longo deste conteúdo você conheceu a importância da gestão de benefícios e os principais deles, que podem atrair novos talentos e manter os colaboradores satisfeitos no trabalho.
Para compreender mais sobre os benefícios personalizáveis, sugerimos que leia nosso guia completo sobre benefícios flexíveis para empresas!


