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Capital humano: o que é, como desenvolver e valorizar

Capital humano é um termo utilizado para descrever o conjunto de conhecimentos, habilidades, experiências e atributos que as pessoas trazem para uma organização. Em outras palavras, é o valor agregado aos colaboradores por meio de suas capacidades e potencial para gerar resultados positivos para a empresa.
Tempo de leitura: 12 min
capital humano

Capital humano representa as competências, conhecimentos e habilidades de cada profissional da empresa para a realização de suas atividades laborais. O conjunto destes componentes permite que o colaborador desempenhe suas atividades de maneira estratégica e contribua efetivamente para sua organização.

Gerir o capital humano é a base para o crescimento da organização, afinal, as pessoas são responsáveis pelas operações diárias dentro da empresa. Perceber a necessidade de cada colaborador e promover um ambiente saudável são responsabilidades da Gestão de Pessoas.

Neste artigo, você confere tudo sobre o que é capital humano. Abordaremos sua origem, apontaremos os benefícios e algumas dicas práticas. Confira!

O que é o capital humano?

Capital humano é a junção das experiências, conhecimentos técnicos, comportamentos, habilidades e competências pessoais da equipe. Combinados, representam a força estratégica da empresa, que são seus colaboradores.

Alguns exemplos de capital humano são:

  • Formação acadêmica;
  • Cursos, workshops e eventos participados;
  • Experiência profissional;
  • Desenvolvimento pessoal e inteligência emocional;
  • Autoconhecimento;
  • Valores pessoais;
  • Habilidades como proatividade, senso de equipe, etc.

Uma empresa pode estar na dianteira dos seus concorrentes, usar tecnologia de ponta, ter um plano de carreira fantástico e oferecer uma cesta de benefícios de deixar qualquer profissional maravilhado, mas se não criar circunstâncias positivas para que as pessoas se sintam motivadas, o esforço e a energia em criar um ambiente que promova engajamento pode ser todo em vão.

Para os profissionais de Recursos Humanos, questões ligadas ao modelo de negócio surgem a todo o momento:

  • Qual o impacto das tendências mercadológicas no meu setor?
  • Qual o nível de transformação e adaptação da empresa diante do novo cenário?
  • De que maneira as pessoas que hoje fazem parte da empresa devem ser conduzidas para gerar bons resultados?

Sem o ajuste das pessoas, as tendências e as forças disruptivas, o futuro das organizações fica comprometido.A transformação das pessoas em capital para as empresas é a força motriz para o sucesso. Conectar a estratégia de negócio com a estratégia de talentos é crucial para que a organização siga em frente.

Segundo o Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE), o capital humano cresceu 2,2% ao ano no Brasil entre 1995 e 2023.

Ter as ações de curto, médio e longo prazo delineadas deve ser o primeiro passo para alinhar as metas de acordo com o capital humano que está disponível, bem como mapear situações que denotam fragilidade.

A origem do capital humano e fatores de impacto

O termo capital humano surgiu em 1961 por Theodore W. Schultz (Prêmio Nobel de Economia em 1979), quando ele publicou o artigo “Investment in Human Capital”, na American Economic Review.

No artigo, ele explicava como o crescimento do produto nacional bruto era resultado do investimento no conhecimento e nas habilidades humanas dos colaboradores. De acordo com Schultz os trabalhadores não estariam à mercê de outros, mas no controle de sua própria produtividade e de seus ganhos.

Quando o conceito de capital humano surgiu, houve a correlação do que estava sendo produzido com o acesso do indivíduo a educação e a saúde. Ou seja, quanto mais conhecimento e qualidade de vida o indivíduo tinha, melhor suas entregas e produtividade, o que gera mais valor para si.

Hoje, fatores como aumento da expectativa de vida, migração da área rural para área urbana, mercados emergentes, globalização e avanços tecnológicos, por exemplo, são variáveis que impactam nesta análise.

➡️ Saiba também: ROL (Retorno Sobre Aprendizado): qual a importância dessa métrica?

Por que valorizar o capital humano?

O reconhecimento e a valorização das pessoas transforma o capital humano. Criar condições para desafiar de maneira saudável o indivíduo a fazer o seu melhor e estimular o trabalho em equipe gera envolvimento e aumenta ainda mais o empenho em fazer suas atividades de maneira cada vez melhor.

Saber dar destaque ao capital humano leva a organização a resultados efetivos e cria fidelidade aos que participam do processo. Como ativo intangível, ele contribui para a organização à medida que gera conhecimento organizacional.

Peter Drucker diz que é fundamental que as organizações reflitam sobre suas fraquezas e que o maior motivo do fracasso é o sucesso, quando este deixa de vê-lo dentro do contexto do aprendizado constante e contínuo.

Além disso, o capital humano está diretamente ligado ao conceito CHA, que são as características, habilidades e atitudes de um profissional de sucesso. Por ser um conceito amplo, que abrange todas as competências que formam equipes de alta performance.

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Qual a diferença entre capital humano e capital intelectual?

O capital intelectual é o valor gerado pelo conhecimento que existe dentro da organização. Ele representa a junção de três tipos de capital: externo, interno e humano. Por sua vez, o capital humano é a junção dos conhecimentos, competências e habilidades da equipe.

Ou seja, eles não são conceitos divergentes entre si, mas sim que se complementam e representam as organizações.

Qual a importância do capital humano nos processos de RH?

Vivemos na sociedade do conhecimento, na qual o talento humano e suas capacidades são vistos como requisitos competitivos no mercado de trabalho. Porém diferentemente do que acontece, esses quesitos devem ser visto por olhos de colaboradores e não de concorrentes.

Este tipo de atitude da organização promove o desejo de candidatos externos se tornarem membros desta empresa e gera orgulho de pertencer a quem já está ali.

Atração de talentos

O ponto de partida para a formação de um time competente é a qualidade do pessoal admitido. Este diferencial torna-se estratégico para a sobrevivência da empresa no mercado atual.

Identificar o perfil do capital humano que a empresa necessita e gerenciar estes profissionais pelas competências proporciona um maior retorno a um negócio. As competências organizacionais precisam ser definidas desde o planejamento estratégico, contribuindo para a coordenação do capital humano em todo o processo.

Retenção de talentos

Diante da escassez de talentos, encontrar alternativas para formar e reter os talentos em suas diferentes perspectivas motivacionais que compõem as equipes é fundamental para adequar aos interesses, extrair o melhor de cada profissional e preparar os sucessores.

As diferentes gerações trazem diferentes desafios neste quesito. Mas o que é retenção de talentos e como agir da melhor maneira possível diante dos vários desafios? Os colaboradores apresentam maior propensão a permanecer menos tempo em uma empresa que não faça sentido para eles, seja na questão de valores ou em relação a remuneração.

Desenvolvimento pessoal e profissional

A falta de visão de negócios dos colaboradores limita gravemente a capacidade da organização de atingir seus objetivos estratégicos. Num contexto com desafios cada vez maiores essa deficiência se torna fatal. 

Por meio da aprendizagem, combustível que move organizações e pessoas, o capital humano se desenvolve e atua como o disseminador da qualidade em suas ações. Dentro das diversas aplicações que uma organização pode lançar mão, investir no capital humano e em seus talentos é um dos mais satisfatórios, pois contribui para a sustentabilidade da empresa a longo prazo.

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Fortalecimento da cultura organizacional

Como conjunto de valores, crenças e comportamentos de uma empresa que é percebido pela maneira como se conduzem os negócios, a cultura organizacional é fortalecida principalmente pela forma que gestores conduzem suas equipes.

Ao demonstrar alinhamento e concordância com a estratégia, a organização terá colaboradores inspirados e com foco no que realmente é importante para todos. Mas isto está relacionado a maneira como as equipes compreendem a cultura, para então se identificar e agir coerentemente com tal.

Clima organizacional positivo

Quando há qualquer tipo de desgaste ou conflito entre pares, superiores ou um desalinhamento entre a comunicação interna e as ações realizadas, o clima organizacional sofre impactos.

Incentivar o bom convívio entre todos e dar oportunidades para o desenvolvimento da carreira, ações de qualidade de vida, projetos de alinhamento entre remuneração e desafios profissionais são importantes. Esses quesitos se tornaram imprescindíveis para criar um clima harmonioso.

A constante evolução dos funcionários e ações de promoção de qualidade de vida promovem uma melhoria no clima da empresa, favorecendo os resultados satisfatórios tanto de maneira individual quanto coletiva. Incentivar o bom relacionamento interpessoal é um dos desafios para criar um clima de alta produtividade e também da manutenção da motivação.

Qual a relação entre capital humano e liderança?

De maneira concomitante, capital humano e liderança estão conectados. Gestores envolvidos e verdadeiramente comprometidos com o capital humano favorecem a percepção e a vontade de realizar as atividades com maior perseverança.

Quando um líder não demonstra carisma e competência para assumir esta posição, apresentando comportamentos e atitudes inadequadas a sua posição, todos perdem. A empresa, por não ter uma equipe dedicada e os próprios colaboradores que tendem a não se sentirem encorajados para fazer o seu melhor.

Como a gestão de capital humano pode ser mais estratégica?

A importância de uma abordagem mais estruturada para a tomada de decisão sobre o capital humano é importante na maioria das organizações, porém poucas realmente utilizam esta ferramenta. Indicadores que vão além do ROI da força de trabalho abrem uma gama de possibilidades que ainda são pouco utilizados, como produtividade, avaliação de progresso interno e custos de turnover.

Hoje já não é suficiente contratar um software para recrutar novos colaboradores. Todo o sistema — pessoas, processos e tecnologia — devem estar trabalhando em sintonia. Coletar dados, desenhar modelos relevantes para a realidade da empresa e da estratégia, são os direcionadores para originar times mais congruentes e eficazes.

Redução de custos no processo de recrutamento e seleção

A seleção de novos profissionais para os quadros da empresa é uma função da área de recursos humanos. Para fazer o alinhamento do fit cultural é preciso primeiro entender o que é o que é cultura organizacional, assim, os pensamentos e ações de cada colaborador tornam-se mais compatíveis quando estes valores são compartilhados desde o início do processo. Prever a qualidade e o sucesso dos novos colaboradores também pode ser medido por um software de gestão.

Melhora a eficiência do setor de RH

A ampliação das funções do setor de RH inclui mudanças tecnológicas e todo profissional desta área deve estar ciente que a forma de atrair, reter, desenvolver e avaliar pessoas também está em processo de renovação.

Há diversos benefícios que o RH pode ter com um software de gestão que contemple ações estratégicas na área do capital humano, como prever riscos de turnover e desempenho. 

Ter uma visão ampliada do capital humano e identificar antecipadamente situações que podem se tornar um potencial problema no futuro é o que fará a diferença. Contribuir de forma eficiente para a organização e trazer melhoria nos processos é uma das vantagens do software de gestão.

Ajuda na valorização dos colaboradores

Entender a diferença entre o clima e a cultura organizacional é básico para que a empresa consiga demonstrar na prática de que forma uma cultura baseada na colaboração e valorização do capital humano demonstra que a organização entende e estão atentas às necessidades da sua equipe.

O entendimento sobre a importância de reconhecer seus colaboradores deve passar pela seguinte reflexão — o capital humano deve ser visto como:

  • valioso, pois é ele quem pode trazer novos olhares sobre o negócio, explorar novos contextos e neutralizar eventuais ameaças que a empresa possa vir a sofrer.
  • singular, já que nenhuma outra organização tem este indivíduo em sua equipe.
  • incomparável, pois o que ele faz é difícil de ser copiado pelas outras organizações.

Melhoria nos resultados dos treinamentos

Ao analisar os dados da sua equipe, o líder cria condições para que os profissionais tenham elevada capacidade técnica para cumprir suas atividades, ampliar seu saber e consequentemente evoluir.

Ao capacitar seu capital humano a empresa passa a contar com profissionais mais preparados e desafiados a buscar resultados. Assim ganham confiança para assumir projetos mais complexos e bater metas.

Posição mais estratégica do RH

Ter a disposição um software de gestão permite informatizar a maior parte dos processos do RH. Esse é um dos maiores benefícios de uma gestão eficiente do capital humano, que é importante para que a área se posicione de forma estratégica. Sistemas de recrutamento e seleção, rotinas e assessment de perfil comportamental também fazem toda a diferença para o dia a dia do profissional de RH. 

Estar atento a essas mudanças pode significar o sucesso da sua organização no médio prazo.

Quais os benefícios de uma boa gestão do capital humano?

O capital humano é um grande diferencial competitivo para as empresas. Com uma equipe alinhada, que trabalha seu autoconhecimento e entende suas potencialidades, é possível cobrir falhas de desenvolvimento e ter um time acima da média, tanto em habilidades comportamentais quanto técnicas.

Sendo assim, quem conhece a real força do capital humano da sua empresa têm mais previsibilidade sobre seus resultados e possibilidades. Além disso, dois pontos principais se destacam, que são a maior autonomia da equipe e o engajamento dos colaboradores.

Maior autonomia da equipe

O conceito de autonomia está relacionada a tomar decisões e viver de maneira independente das pessoas, e esta é uma necessidade básica do ser humano.

Dentro do ambiente organizacional isto significa ter uma comunicação clara entre líder e equipe para expor de forma transparente fontes de motivação e objetivos profissionais individuais. Quando há autonomia, o capital humano se relaciona melhor com sua equipe e demonstra as reais condições para entregar suas tarefas.

Um líder que demonstra preocupação com seu time, conhece ou busca conhecer as limitações individuais têm melhores condições de analisar a situação de cada membro e investir de forma eficaz na indicação de novos conhecimentos e aprendizados, ajudando o capital humano a construir um caminho de sucesso. Autonomia no trabalho em equipe é o grande segredo para conquistar profissionais mais produtivos e motivados.

Eleva o engajamento dos colaboradores

Passa-se em média de 8 a 10 horas dentro de uma empresa, de acordo com a necessidade ou tipo de trabalho. Este tempo dentro da organização pode ser bom ou ruim de acordo com uma série de critérios, e justamente por estes critérios nem sempre as atividades são desenvolvidas de forma positiva ou geram os resultados esperados. Essa produtividade (ou a falta dela) depende de diversos fatores, entre eles, o engajamento dos funcionários.

Uma boa Gestão de Pessoas é uma vantagem competitiva, pois a empresa que tem colaboradores satisfeitos funciona inteiramente melhor. Não adianta ter um belo prédio ou um produto útil se as pessoas que compõe a empresa não se sentem parte integrante, é bem provável que as consequências não sejam as melhores.

Outro ponto que contribui para o engajamento é o feedback construtivo. Todos precisam de feedback, inclusive aqueles que se destacam diante da equipe. Oferecer feedbacks de forma regular ajuda a manter o capital humano engajado, focado e motivado. Fornecer palavras de apoio, dicas de melhoria, saber equilibrar críticas e elogios são essenciais para a realização profissional e para atingir maiores níveis de desempenho.

Encorajar a equipe, usar a criatividade e ter a percepção sobre os perfis de cada profissional ajudam a estabelecer uma maior conexão dos colaboradores com a empresa, favorecendo assim o engajamento.

➡️ Saiba também:

Quais os maiores desafios da gestão do capital humano?

Entre as dicas para fazer a gestão do capital humano, está resgatar o papel do ser humano, pois comparar as pessoas como um ativo acaba por limitar e dar abertura a grandes discussões, já que o capital é algo que pode ser comprado, vendido ou ainda substituído, como máquinas e suplementos. É preciso:

  • desenvolver um processo de gestão de desempenho que contemple a participação de todos;
  • oportunizar espaço para a aprendizagem colaborativa e gerar curiosidade pelo novo;
  • evoluir o mindset e as habilidades para que a mudança seja constante e progressiva.

Para ser um recurso estratégico, o capital humano deve gerar valor para a organização que ele representa. Por isso, ele precisa estar alinhado com as necessidades específicas da empresa, contribuindo para a execução da estratégia, permitindo, assim, um alinhamento entre as competências existentes na empresa e aquelas que são exigidas para prossecução desta.

Ainda, um dado do Panorama da Gestão de Pessoas, desenvolvido pela Sólides, evidencia que gerir o capital humano é um desafio ainda maior para novos líderes. Entre as principais dificuldades, mapeadas, quase metade estão relacionadas ao conceito.

Principais desafios de novos líderes, que estão relacionados ao capital humano.

O uso da tecnologia na gestão do capital humano

Aplicar a tecnologia na gestão do capital humano é uma forma de acompanhar de perto ativos valiosos. Uma vez que, por meio de softwares de gestão é possível monitorar performances, estabelecer indicadores, identificar falhas no processo e propor soluções mais assertivas. A forma mais eficaz de fazer isso, considerando as características da equipe, é por meio da inteligência comportamental.

Perfil comportamental é uma classificação utilizada para identificar comportamentos, posturas e reações de um indivíduo a determinados estímulos. Ou seja, é uma forma de compreender e prever comportamentos a partir das particularidades e características de cada profissional. Com base nos perfis comportamentais, é possível identificar aptidões, elementos motivadores, estilos de liderança e até a forma de comunicação mais efetiva para cada profissional. 

Dessa forma, a inteligência comportamental pode ser uma ferramenta estratégica na Gestão de Pessoas. Ela permite que o RH conheça profundamente o capital humano e gerencie as pessoas de forma personalizada e mais eficiente.   

Contudo, para isso, são necessárias ferramentas eficazes, e uma delas é o Profiler, ferramenta exclusiva de mapeamento comportamental baseada na metodologia DISC e outras sete teorias.

A partir de um questionária que leva, em média, 7 minutos para ser respondido, o Profiler oferece um relatório completo com mais de 50 informações sobre o perfil comportamental do colaborador, e mais de 97% de precisão.

Profiler: ferramenta de mapeamento comportamental

O Profiler é a única ferramenta de mapeamento comportamental com metodologia exclusiva desenvolvida pela Sólides, que utiliza Inteligência Comportamental para conectar toda a jornada de Gestão de Pessoas, valorizando a singularidade de cada indivíduo e perfil comportamental.

Por isso, é a opção mais estratégia para gerir seu capital humano com eficiência. Com o relatório gerado pela ferramenta, você tem acesso a:

  • Energia;
  • Índice de Exigência do Meio;
  • Índice de aproveitamento;
  • Índice de flexibilidade;
  • Incitabilidade;
  • Estilo de liderança;
  • Áreas de talento;
  • Análise de competências, e muito mais.

A partir desses dados personalizados, é possível criar planos de desenvolvimento eficientes, aprimorar o recrutamento e seleção e criar times multidisciplinares, que se complementam.

Além disso, ao reconhecer esse potencial, fica mais fácil de metrificar os resultados do capital humano da sua empresa. Segundo um estudo global conduzido pela Delloite, a metrificação pouco estratégica dos resultados individuais é um dos principais fatores que impede as empresas de alcançarem a alta performance.

Com a inteligência comportamental, é possível tomar decisões a partir de dados, mas que ainda têm o ser humano no centro.

De que forma as empresas podem investir no capital humano?

Existem diversas formas de investir no capital humano, desde treinamentos, plano de carreira, até bonificações por desempenho, por exemplo.

É uma forma de valorização de seus ativos, que promove o engajamento e aumenta a motivação dos colaboradores.

Além disso, o autoconhecimento também é uma grande forma de valorizar o capital humano. Avaliar o perfil comportamental gera um nível de conhecimento que, ao entender quais as fortalezas e gaps no desenvolvimento pessoal e profissional, será possível ter mais segurança nas tomadas de decisão e no alinhamento das atividades direcionadas a cada indivíduo. Isto também representa a valorização do capital humano e, por consequência, da empresa como um todo.

Dentro de um cenário com formas de trabalho flexíveis, um ambiente volátil e a necessidade do desenvolvimento de novas competências que agreguem ao processo produtivo, as empresas, mais do que nunca, precisam ter certeza do desempenho e do potencial do seu capital humano. Mas quais as vantagens da gestão comportamental para o capital humano?

Gerir bem o capital humano é primordial para o sucesso de qualquer instituição. Afinal, uma empresa é feita de pessoas. Valorizar, capacitar e incentivar os colaboradores é a chave para alcançar o sucesso.

Agora que você entendeu como é importante o capital humano para a organização, conheça nosso e-Book com tudo sobre Profiler e enteda como essa ferramenta pode impulsionar sua gestão de RH!

Foto de Sabrina Camilo
Sabrina Camilo
Sou Analista Comportamental na Sólides e entusiasta da gestão de pessoas voltada para a análise de perfis e comportamento. Graduada em Administração pela UNA, atuo há três anos como facilitadora da Formação Analista Comportamental Profiler, ajudando profissionais a dominarem a metodologia que é referência no mercado. Minha trajetória combina a especialização em gestão comportamental com a atuação em Sales Enablement, unindo o olhar humano à estratégia de negócios. Meu propósito é compartilhar como a análise de perfil pode transformar a liderança e potencializar o desenvolvimento humano nas organizações.

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